RODOVIAS

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) da fonte

      Mostrar nota(s)

        Termos hierárquicos

        RODOVIAS

          Termos equivalentes

          RODOVIAS

            Termos associados

            RODOVIAS

              4 Descrição arquivística resultados para RODOVIAS

              4 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/2496 · Item · 1932
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Contém 14 p., e 11 fotografias: 3 fotos de estradas de rodagem no Arkansas -EUA, 3 da pavimentação de ruas pelo sistema Pavegard, uma de uma fiscalização do Laboaratório de Estradas de Rodagem dos EUA, uma da Ponte de Concreto sobre o White River no Arkansas, duas da visita ao Laboratório de Arlington e uma sobre a ponte em estradas de rodagem sob o rio Arkansas. O artigo procura embasar a defesa da construção de um Laboratório de Ensaio dos Materiais para a formação dos alunos da Escola Politécnica e o desenvolvimento do Brasil, ao servir como órgão de pesquisa e fiscalização das construções civis, compara,do com o desenvolvimento da engenharia dos Estados Unidos e Europa através das pesquisas em laboratório de Ensaio de Materiais; afim de embasar as políticas de construções rodoviárias nacionais, solicita ao governo federal e estadual que cumpra as diretrizes do II Congresso Pan-Americano de Estradas de Rodagem, instalando laboratórios próprios com aparelhagem necessária para os estudos sobre os materiais a serem utilizados nas construções de estradas.

              Estradas de Rodagem
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/2605 · Item · 1928
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Contém 12 p. Faz considerações sobre a infraestrutura de uma estrada, afirmando que as condições técnicas sofrerão variações conforme se trate de uma estrada de ferro ou uma estrada de rodagem. Salienta que na rodovia ,o rolamento realiza-se livremente sobre todo o leito da estrada e na ferrovia, sobre guias de movimento. Com relação à superestrutura, assegura que segurança,facilidade e economia na circulação são os requisitos essenciais de uma estrada,descrevendo como se realiza cada um desses itens. Expõe um breve histórico do surgimento das estradas de rodagem, uma descrição de suas principais características e como funciona nos Estados Unidos da América e no Brasil. Trata também da circulação dos veículos ,da ação da estrada e os tipos de revestimento. Destaca que os revestimentos devem ser perfeitamente unidos e contínuos,resistentes ,sem depressões e sem bossas .Há vários tipos de revestimento que se classificam pela sua resistência e pelo seu custo. O empedramento de liga d’água é o de menor custo e o de mais fácil conservação e restauração,já o calçamento de paralelepípedos é o mais caro,porém satisfaz a todas as circulações e é mais durável,sendo mais conveniente ao tráfego intenso ,pesado e rápido. Apresenta outros tipos de soluções para a questão e conclui que a escolha do tipo de revestimento é tarefa do engenheiro, refletindo sobre o que for mais adequado,tendo em vista as condições locais como o clima ,a natureza do solo,gênero e importância do tráfego,qualidade,abundância e custos dos materiais,facilidade dos transportes e recursos de que disponha para a execução.

              Tracção Mecanica em Estradas de Rodagem
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/1964 · Item · 1908
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              O artigo contém 11 p., sendo 3 figuras e 10 fotografias de automóveis com vagões. Aborda a questão da tração mecânica em estradas de rodagem. Descreve as estradas de rodagem como um sistema de pequenos veios que alimentam as grandes artérias, sendo que é o emaranhado de ramais que dão vigor aos troncos em seu funcionamento. Argumenta que devido ao elevado custo de construção, assim como às condições topográficas ideais requeridas para a locação de uma linha férrea econômica, torna-se difícil estender os ramais dessas linhas. Dessa forma, mesmo em países onde a viação férrea é profusa e o movimento da circulação é intenso, procura-se desenvolver a construção de boas estradas de rodagem e aperfeiçoar os processos de sua conservação. Expõe a questão dos automóveis isolados que, conduzem por si mesmos o motor e a carga a ser transportada. Tal cenário se constitui como um prejuízo econômico ao sistema, uma vez que cada veículo demanda tanto um motor quanto um maquinista para o guiar. Estes inconvenientes induziram a uma razoável distribuição da carga, com a solução de um comboio movido por um carro motor. Repartida a carga por um maior número de rodas, se evitaria o problema do peso exagerado, o que ajudaria na conservação das estradas. O sistema oferece ainda a vantagem de exigir um só motor e um só maquinista para conduzir o trem. Descreve por fim, o funcionamento dos trens Renard, que apresentam as seguintes vantagens: distribui a carga por grande número de eixos, por todas as rodas do trem e cada carro utiliza sua aderência para vencer a resistência ao próprio rolamento.