Artigo com 27 p. Inclui imagens da construção da estrada Mairink-Santos, um desenho e uma planta de uma igreja e imagens da construção da adutora do Guarapiranga, da construção da estação elevatória junto a represa de Santo Amaro e da construção do aqueduto do Rio Claro. O artigo trata de uma análise do projeto de construção do prolongamento da Estrada de Ferro Sorocabana - trecho Mairinque-Santos, publicado no Instituo de Engenharia de São Paulo pelo engenheiro Francisco P. L. de Monlevade.
FERROVIAS
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O artigo contém 5 páginas. Descrição da instalação dos cabos da São Paulo Railway com a consideração da polia diferencial de Walker para o enrolamento do cabo. Parte do princípio de que o esforço de tração da máquina fixa é transmitido ao cabo em virtude do atrito que se exerce entre o cabo e as polias de enrolamento do mesmo cabo, aplicadas aos dois eixos motores da máquina. Expõe que a máquina precisará desenvolver na circunferência da polia matriz um esforço F, igual a diferença das tensões para produzir o movimento do sistema. Polia diferencial de enrolamento consiste em formar cada um dos gornes a que se aplica o cabo de um anel distinto, de ferro, podendo mover-se livremente sobre a circunferência torneada da polia. O movimento do anel sobre a polia em rotação, mais rápido ou mais lento, intermitente ou contínuo, conforme a natureza da irregularidade ocorrida e que se tenha feito sentir no cabo é determinado por qualquer força estranha, em excesso do atrito, produzido por choque, por desigualdade usura ou qualquer outra causa. É estabelecida uma pequena diferença de velocidade em dois eixos de movimento das máquinas fixas dos planos inclinados, de modo a conservar os anéis dos gornes, sempre em movimento lento, sobre a superfície das polias. O invento da polia diferencial de enrolamento pertence à Companhia Walker Manufacturing C° de Cleveland, Chicago, nos Estados Unidos.
O artigo contém 20 p. Apresenta um estudo de como os diversos elementos que compõem a superestrutura de uma estrada de ferro estão dispostos no estabelecimento da via permanente. Faz considerações sobre a distribuição dos dormentes, salientando que tal distribuição se faz por trilho e é simétrica em relação ao seu meio. Discorre sobre as juntas, salientando que as juntas dos trilhos, no assentamento da via permanente, são paralelas ou concordantes, quando ficam situadas sobre a mesma perpendicular ao eixo da linha; são alternadas quando não se encontram sobre essa perpendicular. Salienta que o cruzamento das juntas visa melhorar o rolamento, sendo que elas ainda podem ser apoiadas sobre dormentes ou ficarem em falso, entre eles. Pondera sobre a inclinação dos trilhos, a sobrelargura, a sobrelevação, a concordância e o assentamento.
3 p. "Na organisação de orçamentos para a construcção de uma estrada de ferro os calculos do movimento de terraplenagem baseam-se em operações morosas e enfadonhas. No presente estudo apresentamos um meio abreviado de fazer aquellas operações com tanta ou maior exactidão do que pelo systema usualmente adoptado."
Contém 6 páginas. Transcrição de um artigo em forma de carta, publicado na Revista Nacional do Rio de Janeiro, em que João Teixeira Soares explicita as razões que levaram o governo a adotar determinado tipo de estrada de ferro. Também apresenta uma pequena homenagem ao novo colaborador da Revista Politécnica, Theodoro Augusto Ramos,além de citar a construção e inauguração do Estádio Politécnico.
Artigo com 3 p. As notas tratam dos novos engenheiros formados; de uma descoberta de pedra artificial feita com mica e argila; do projeto chileno de ligar o Pacífico ao Atlântico por uma estrada de ferro e a exploração pretendida pelo governo argentino das cataratas do Iguaçu.
O artigo contém 11 p., e figuras de 1 a 4. O artigo apresenta as características dos vagões que percorrem a ferrovia e mais especificamente o funcionamento dos freios e das caldeiras. Apresenta também as vantagens econômicas do cabo sem fim, assim como os cálculos para se determinar o máximo de peso do trem suportado pelo cabos.
Contém 7 p. Descrição da revista dos cursos da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, publicada pela primeira vez no ano de 1904. Dá uma breve explanação dos artigos presentes nos volumes 1, 2, 3 e 4 da revista. No primeiro volume dois artigos abordam a solução do problema do traçado de uma linha geodésica na superfície da terra e o outro discorre sobre as aplicações geométricas de equação de Ricatti. Serão descritos os estudos sobre a geografia botânica do Brasil, que determina seis zonas ou domínios na geografia botânica brasileira e assinala os fatos da esfera fitográfica que as caracterizam. Analisa o sistema de construções a que chamam de cimento armado, com suas vantagens e inconvenientes, realiza um estudo do manganês nos minerais e nas conchas e o estudo da resistência dos trens nas vias férreas. O terceiro volume discute a Teoria das funções simétricas e estudo da lua e a decomposição do penedos do Brasil. Por fim, há uma classificação dos aparelhos elétricos.
O artigo contém 29 p., acompanhado por tabelas. O artigo refere-se ao trabalho publicado em Santos (1902) "Tabellas de Areas de Perfis Transversaes no Traçado das Estradas de Ferro e de Rodagem" e incluem 104 tabelas calculadas para plataformas para vias férreas. A Estrada de Ferro Sorocabana e a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil adotaram plataformas mais largas, segue o cálculo referente acompanhado das tabelas.
Artigo publicado na revista do Grêmio Politécnico. Contém 3 p. O artigo pretende enfatizar a importância das estradas de ferro para o desenvolvimento do Brasil.