Contém 11 p. Realiza uma reflexão sobre a questão do estilo na arquitetura. Inicia definindo estilo como o modo de compor e executar próprio a cada artista, porém demonstra que na arquitetura essa palavra tem uma significação mais extensa, pois se refere tanto a influência do artista sobre a obra quanto a de uma coletividade inteira através de longo período da História, como por exemplo: estilo grego, ogival e estilo egípcio. Salienta que a arquitetura é também a aplicação de princípio científicos imutáveis, fornecidos principalmente pela mecânica estática. Descreve os fatores que influenciaram os diferentes estilos arquitetônicos, tais como: o clima e os materiais de construções de que os povos dispunham para criarem suas obras. Destaca que o arquiteto moderno não possui um estilo próprio que sintetize a condição humana mas tem a liberdade de escolher entre os estilos disponíveis aquele em que deseja construir e para isso, se apropria dos elementos harmoniosos e fundamentais a cada estilo, dando forma a essa matéria prima, criando novas concepções e modernizando a antiga fórmula com os recursos da técnica moderna. Divide as construções arquitetônicas em dois sistemas: um retilíneo, adotado por toda antiguidade até o momento do surgimento de Roma, e outro curvilíneo, adotado por diversos povos a partir dessa época. Afirma que a arquitetura atingiu seu apogeu com o surgimento do estilo ogival, que foi sucedido pelo Renascimento, e seu gosto pelos estilos antigos principalmente o da época Greco-romana. Por fim, afirma que a Arte é regida pela lei do progresso, passando da arquitetura simples dos egípcios à arquitetura elaborada da época ogival.
HISTÓRIA
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MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/2267
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1929
Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP