Contém 13 p. Apresenta a arquitetura do Renascimento na Itália, cujo florescimento iniciou-se no século XIII com a escola de Pisa e possui três períodos notáveis, com a predominância da arte românica e uma repugnância pela arquitetura ogival. Expõe os sistemas de decoração usados por Michelangelo e seus seguidores. Descreve de modo geral, os palácios da Renascença, cujos princípios de construção eram usados nas igrejas.\r\nSalienta que nos séculos de Brunellesco e Bramante a arquitetura tornou-se eclética, mas que as aspirações contemporâneas não mais satisfazem essa arte.
ARTE GREGA
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Contém 8 p. Continuação de uma série de artigos que refletem sobre o Renascimento italiano. Expõe questões relativas aos últimos anos da Idade Média e como esse período foi o prenúncio do que se seguiria com o advento do Renascimento. Salienta que antes de abordar a questão da arquitetura renascentista, é importante fazer algumas considerações com o intuito de demonstrar como o renascimento propiciou ao homem um questionamento sobre as verdades da ciência, além de ser a união entre a Grécia, com seus sistemas filosóficos, e os tempos modernos. Descreve inovações importantes do Renascimento tais como: o desenvolvimento do estudo das ciências abstratas, as descobertas científicas como a bússola e a imprensa, a política e a religião. Expõe o legado que a Idade Média deixou para a arquitetura, tais como as igrejas e catedrais e como tais contribuições foram modificadas pelo renascimento. Discute os estilos arquitetônicos ogival e medieval. Conclui afirmando que a arquitetura renascentista não apresentou nenhuma novidade, apenas uniu a arte Greco-romana à habilidade dos arquitetos italianos.