ÁGUA DE ESGOTO

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              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/2388 · Item · 1916
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              O artigo contém 17 p. O artigo apresenta as categorias em que se dividem os sistemas dinâmicos de remoção de águas, sendo eles: "sistema unitário", "sistema separador parcial" e "sistema separador absoluto". Em seguida apresenta os inconvenientes do sistema unitário e uma comparação entres os dois últimos sistemas ressaltando as vantagens do sistema separador absoluto.

              Purificação das aguas de esgoto [1ª Parte]
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/2029 · Item · 1908
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Contém 6 p. Apresentado como "Resumo de uma conferencia" que se trata da apresentação do profesor Sir W. Ramsay segunda sessão do Congresso de Chimica Applicada [Congresso de Química Aplicada] que ocorreu em Roma, em 1906. Expõe a questão da purificação das águas de esgoto a partir da seguinte questão: para suprir o azoto retirado do solo pelos animais existem quatro modos de operar. Salienta o perigo de realizar o despejo sem prévia purificação, das águas de esgoto nos rios, pois suja-os a ponto de torna-los perigosos para as populações ribeirinhas, além de comprometer as fontes de onde essa população retira suas águas potáveis. Relata que três comissões foram encarregadas de examinar a utilidade das matérias excrementícias. A primeira aconselhou espalhar as águas de esgoto na terra: só por este método impede-se a poluição dos rios. A segunda apresentou os seguintes processos de tratamento: a precipitação química, a filtração intermitente e derramamento no solo. A terceira afirmou que as águas de esgoto depois de purificadas por todos os meios conhecidos, deviam ser depuradas por derramamento na terra. Disso concluiu que a filtração intermitente é o melhor processo, o derramamento ocupa o segundo lugar e os processos baseados na precipitação química são menos eficazes. Descreve os processos de redução, oxidação e filtração. Apresenta o processo de purificação das águas de esgoto que é realizado por métodos alternados. Depois de passarem por um ralo que retêm as matérias flutuantes volumosas, abandonam, em câmaras de areia, a matéria mais pesada. Continua no número seguinte da revista.

              Purificação das aguas de esgoto [2ª Parte: Conclusão]
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/2490 · Item · 1909
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Contém 4 p. Apresentado como "Resumo de uma conferencia" que se trata da apresentação do profesor Sir W. Ramsay segunda sessão do Congresso de Chimica Applicada [Congresso de Química Aplicada] que ocorreu em Roma, em 1906. São as conclusões ante ao já exposto em artigo anterior (número anterior). Refere-se ao tratamento das águas de esgoto que antes de sua entrada nas fossas produz uma massa de vasa que tem cheiro repugnante, não tem valor industrial e não pode servir para a irrigação. E a fossa séptica diminui a vasa e o lodo. O afluente de uma fossa não deve ser lançado no rio, a presença de organismos tóxicos não é grande mas existem doenças. É necessário purificar as águas pelo processo do derramamento, irrigação ou filtração. A questão da distribuição das águas apresenta dificuldades quando a população excede em habitantes. O resíduo pode ser vendido como adubo, a combustão não é praticável sem adição de carvão hulha e o gás não compete com o gás de hulha.