O artigo contém 5 páginas. Descrição da instalação dos cabos da São Paulo Railway com a consideração da polia diferencial de Walker para o enrolamento do cabo. Parte do princípio de que o esforço de tração da máquina fixa é transmitido ao cabo em virtude do atrito que se exerce entre o cabo e as polias de enrolamento do mesmo cabo, aplicadas aos dois eixos motores da máquina. Expõe que a máquina precisará desenvolver na circunferência da polia matriz um esforço F, igual a diferença das tensões para produzir o movimento do sistema. Polia diferencial de enrolamento consiste em formar cada um dos gornes a que se aplica o cabo de um anel distinto, de ferro, podendo mover-se livremente sobre a circunferência torneada da polia. O movimento do anel sobre a polia em rotação, mais rápido ou mais lento, intermitente ou contínuo, conforme a natureza da irregularidade ocorrida e que se tenha feito sentir no cabo é determinado por qualquer força estranha, em excesso do atrito, produzido por choque, por desigualdade usura ou qualquer outra causa. É estabelecida uma pequena diferença de velocidade em dois eixos de movimento das máquinas fixas dos planos inclinados, de modo a conservar os anéis dos gornes, sempre em movimento lento, sobre a superfície das polias. O invento da polia diferencial de enrolamento pertence à Companhia Walker Manufacturing C° de Cleveland, Chicago, nos Estados Unidos.
POLIAS
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MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/1791
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Item
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1909
Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP