GEODÉSIA

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              9 Descrição arquivística resultados para GEODÉSIA

              A Evolução da Geodesia - I Parte
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/1739 · Item · 1907
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Artigo com 8 p., com continuação no v. 3, n. 16 O autor pretende fazer uma exposição cronológica da evolução da ciência geodésica, salientando a importância de vários aperfeiçoamentos introduzidos recentemente nos processos e instrumentos. Cita-se a aplicação da Geodésia (a Geografia Matemática) ao comércio, à Agricultura, à Indústria, à Administração, à Ciência Militar, entre outras. O artigo apresenta três fases de evolução da Geodésia: a mitológica, a medieval e a moderna, concentrando-se mais longamente nessa última fase, referente aos séculos XVIII e XIX.

              A Evolução da Geodesia - II Parte
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/1805 · Item · 1907
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Artigo com 9 p., com continuação em v. 4, n. 21 O artigo, inicialmente, resume as conclusões teóricas a que chegaram Huygens, Newton, Laplace, Euler (entre outros) sobre a origem ígnea do planeta. Depois, revisa sucintamente os diversos métodos empregados para determinar a forma e a grandeza da Terra, distinguindo três: um astronômico, um físico e um geodésico. O primeiro método baseia-se nas perturbações produzidas pelo planeta, devido à sua forma elipsoidal sobre o movimento lunar. O segundo repousa sobre a determinação do número das oscilações de um pêndulo quando colocado em latitudes diversas do globo. O terceiro e último método compreende as operações propriamente geodésicas [vide artigo anterior na Revista Politécnica v. 3, n. 15] que consistem na medida de arcos de meridianos e de paralelos em pontos diversos da superfície terrestre.

              A Evolução da Geodesia - III Parte
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/2393 · Item · 1907
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              O artigo contém 13 p. Aborda a questão do método físico no que se refere à evolução da Geodésia a fim de verificar como por intermédio de alguns elementos se pode chegar à determinação do achatamento do planeta. Expõe que a forma que faz oscilar um pêndulo quando afastado de sua posição vertical de equilíbrio ,nada mais representa que a atração sobre ele exercida pelo nosso planeta . Menciona os estudos empreendidos ao longo do tempo sobre as oscilações de um pêndulo ,iniciando com Richer em 1672 até os séculos XVIII e XVIII , com Borda, Biot, Kater, Sabine , Forster entre outros. Através da exposição de uma fórmula,tenta demonstrar que a variação da intensidade da gravidade pode ser obtida por meio de dois métodos distintos: ou determinando o número de oscilações que um pêndulo de comprimento invariável realiza quando colocado em pontos de latitudes diversas ,ou comparando os comprimentos diversos que um pêndulo teria para executar em todos esses pontos oscilações da mesma duração. Explicita a teoria Newtoniana e a contribuição para a área,bem como a fórmula de Clairaut e o método dos mínimos quadrados .

              A Evolução da Geodesia - V Parte
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/1981 · Item · 1908
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Artigo com 18 p., contendo ilustrações. Apresenta o método geodésico empregado para determinar a forma e a grandeza da Terra. Tal método trabalha com operações geodésicas que consistem na medida de arcos de meridianos e de paralelos em pontos diversos da superfície terrestre. Afirma que desde 1615 dispõe-se de um processo mais seguro e racional que consiste em determinar o comprimento de um arco pelo cálculo trigonométrico, porém argumenta que se deve evitar o emprego das fórmulas da Trigonometria esféricas, utilizando ao invés disso, do Teorema de Legendre. Expõe que as diversas operações destinadas a medir o grau podem ser classificadas em dois grupos: um, que consiste em cobrir a região considerada por uma rede de triângulos de que se medem os ângulos e calculam-se todos os lados menos um, e o outro, que consiste em determinar por observações astronômicas as coordenadas terrestres, latitude e longitude, assim como os azimutes dos diferentes vértices com o fim de coordenar e orientar os diversos elementos. Relata o histórico de como essa decomposição em operações terrestres e celestes, e a divisão entre Geodésia Terrestre e Geodésia Astronômica vem de longe, remontando à Escola de Alexandria e a célebre decomposição de Eratóstenes, até chegar a Talleyrand, que resolveu tomar para unidade fundamental do novo sistema de pesos e medidas a própria grandeza da Terra determinada por operações geodésicas as mais rigorosas.

              A Evolução da Geodesia - VI Parte
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/1723 · Item · 1909
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Artigo com 17 p., com continuação no v. 5, n. 29.\r\nPara acessar a capa, o sumário e as propagandas desta revista, clique no link do campo "Recurso Relacionado". Você será direcionado para outra página, que abrirá o arquivo correspondente. O artigo trata da história da ciência geodésica (até o ano de 1909), da fundação do sistema métrico por uma comissão de cientistas da Academia de Ciências da França e dos estudos posteriores que resultaram na criação da Associação Geodésica Internacional.

              A Evolução da Geodesia - VII Parte
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/2356 · Item · 1909
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Artigo com 8 p., conclusão de artigos publicados em v. 3, n. 15 e 16; v. 4, n. 21 e v. 5, n. 25 e 29. Considerando a definição de Delambre para o achatamento do elipsoide terrestre (ou seja, a relação entre a diferença dos dois semi-eixos da elipse merididana e o semi-eixo maior), neste artigo procura-se ver por que série de combinações pode-se chegar à determinação dos elementos geométricos característicos da forma e grandeza da Terra, "µ" ou "e" e "a", determinação que constitui o verdadeiro objetivo da ciência geodésica. Além disso, o artigo relata o processo pelo que se chegou a determinação do numero 5130740 que mede, em toesas, o quarto de meridiano terrestre.

              A sciencia de medir
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/1946 · Item · 1905
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Artigo com 7 p. Para acessar a capa deste número, clique no link do campo "Recurso Relacionado". Você será direcionado para outra página, que abrirá o arquivo correspondente. O artigo visa fomentar a importância da análise topográfica de São Paulo.

              Geodesia, Astronomia e Topographia
              MEMORIA-POLI-SER-REV-123456789/1819 · Item · 1905
              Parte de Projeto Memória Documental da Escola Politécnica da USP

              Este documento faz parte de um artigo publicado no periódico do Grêmio Politécnico. Inclui ilustrações. Contém 7 p. Para acessar a capa e o sumário deste número, clique no link do campo "Recurso Relacionado". Você será direcionado para outra página, que abrirá o arquivo correspondente. O artigo aborda a aplicação do estudo da Topografia, Geodésia e Astronomia e sua aplicação nas cartas topográficas do Estado de São Paulo.